Quando surgiu a notícia que 50 Cent, Wyclef Jean, Timbaland e outros astros do rap haviam sido implicados em uma investigação sobre o uso de esteróides, alguns fãs de hip-hop ficaram chocados, mas para muita gente no ramo as acusações pareciam inevitáveis.
Ainda que acusações públicas sobre o uso de esteróides por astros do rap e do R&B - como Mary J. Blige, que também foi citada na investigação, de acordo com reportagem do Times Union, um jornal de Albany, Nova York - não tenham sido apresentadas até agora, a notícia parecia confirmar a pressão crescente que esses artistas sofrem para manter físicos perfeitos, quase sobre-humanos, como parte de sua imagem e de sua marca.
"O espetáculo se tornou parte muito maior do hip-hop, hoje em dia¿, disse Jeff Chang, autor de Can't Stop Won't Stop, uma história do hip-hop. "Sempre houve uma batalha estética em curso, a idéia de que o cara precisa subir ao palco e mostrar a todos que ele é mais forte que a concorrência. Isso foi sempre parte da pose do hip-hop."
A investigação, pela promotoria do condado de Albany, tem por alvo médicos que prescrevem remédios ilegalmente para fins não médicos. Nenhuma das celebridades foi acusada de violar qualquer lei, ainda que o Times Union, citando fontes não identificadas, tenha reportado que aos astros recebem pacotes de esteróides vendidos sob receita e de hormônio de crescimento humano em suas casas, em hotéis de todo o país e no consultório de um massagista em Long Island.
Mas as notícias recentes destacam uma questão que sempre foi alvo de cochichos no hip-hop, já que cada vez mais músicos adotaram uma imagem à maneira de Arnold Schwarzenegger para definir sua presença junto ao público.
O rapper e produtor Timbaland, cujo nome real é Tim Mosley, pesava mais de 130kg antes de uma virada dramática alguns anos atrás, quando ele começou um regime rigoroso de exercícios e se transformou em fisicultor, perdendo 50kg de peso no processo. Representantes de Timbaland e 50 Cent não responderam a pedidos de comentários na segunda-feira. Uma porta-voz de Blige disse que a cantora jamais usou esteróides, e uma porta-voz da gravadora Columbia não tinha comentários sobre Wyclef Jean.
Os esteróides anabolizantes e o hormônio de crescimento humano podem ter resultados imediatos e visíveis em rappers, como em atletas, reduzindo o teor de gordura e reforçando os músculos. Mas as conseqüências do uso de hormônio de crescimento humano podem ser severas, em longo prazo, disse o Dr. Alvin Matsumoto, da Universidade de Washington.
"O uso excessivo pode estimular o crescimento dos tecidos suaves, e promover o crescimento das maxilas", disse Matsumoto. "Pode haver muitas manifestações em forma de crescimento de órgãos. Todos os tecidos crescem, basicamente, devido ao estímulo por hormônio de crescimento. E isso não é bom."
No caso de 50 Cent, as alegações podem ser prejudiciais aos negócios. Ex-boxeador, ele sempre se promoveu como abstêmio e malhado. Também tem uma linha de águas vitaminadas vendida pela Glaceau, adquirida pela Coca-Cola no ano passado por US$ 4,1 bilhões.
Determinar como os fãs receberão as alegações parece mais difícil. Comportamento ilegal ou pouco saudável importa pouco, em certos segmentos do mundo do hip-hop. E problemas com a lei podem ajudar a construir uma reputação de bad boy.
"Os fãs observam essas pessoas como se fossem filmes", diz Danyel Smith, editora da revista Vibe. Essas controvérsias "são vistas como parte da narrativa. As pessoas vão esperar para ver o que sai de bom, ou trágico, disso tudo."
sábado, 19 de janeiro de 2008
sábado, 12 de janeiro de 2008
LULA DIZ QUE CORTARÁ GASTOS, MAS MANTERÁ PROGRAMAS SOCIAIS
Em meio às queixas de parlamentares e juízes dos tribunais com os cortes de despesas anunciados pelo governo, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) disse que só conseguirá compensar a perda da Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira (CPMF) com a redução de R$ 20 bilhões nos gastos dos três poderes. "Resolvemos com muita seriedade e tranqüilidade anunciar ao Brasil que temos de cortar na veia outra vez", afirmou. "Temos de cortar os gastos", completou. "Isso vale para o Poder Executivo, o Judiciário e o Legislativo."
Numa entrevista divulgada ontem pelo programa de rádio "Café com o Presidente", Lula observou que os banqueiros, por exemplo, não reclamaram do aumento da Contribuição Social sobre Lucro Líquido (CSLL) dos bancos, de 9% para 15%, uma das medidas anunciadas pelo governo. "Não reclamaram porque os bancos tiveram muito lucro nesses últimos anos", avaliou. "Agora, os bancos estão ganhando, eles vão poder pagar um pouco mais."
Lula ressaltou, porém, que o governo pretende manter os programas sociais, mesmo com o suposto rombo no orçamento. Ele ainda destacou as ações na área do ensino, com a ampliação da rede universitária e de escolas técnicas. O governo está investindo na construção de dez novas universidades e 214 escolas de ensino profissionalizante.
Numa entrevista divulgada ontem pelo programa de rádio "Café com o Presidente", Lula observou que os banqueiros, por exemplo, não reclamaram do aumento da Contribuição Social sobre Lucro Líquido (CSLL) dos bancos, de 9% para 15%, uma das medidas anunciadas pelo governo. "Não reclamaram porque os bancos tiveram muito lucro nesses últimos anos", avaliou. "Agora, os bancos estão ganhando, eles vão poder pagar um pouco mais."
Lula ressaltou, porém, que o governo pretende manter os programas sociais, mesmo com o suposto rombo no orçamento. Ele ainda destacou as ações na área do ensino, com a ampliação da rede universitária e de escolas técnicas. O governo está investindo na construção de dez novas universidades e 214 escolas de ensino profissionalizante.
INFLAÇÃO PARA IDOSO FOI A MAIOR EM DOIS ANOS
A inflação entre a população idosa (acima de 60 anos) registrou, em 2007, o mais elevado patamar em dois anos. A informação é do economista da Fundação Getúlio Vargas (FGV), André Braz. Ontem, a fundação anunciou o Índice de Preços ao Consumidor da Terceira Idade (IPC-3i), que subiu 5,04% no ano passado - a mais forte alta desde 2004, quando o indicador subiu 6,58%.
O economista lembrou que os preços dos alimentos "dispararam" no ano passado, principalmente no segundo semestre de 2007. Safras ruins, problemas climáticos prejudicando a oferta de itens agrícolas e forte demanda por alimentos - tanto no mercado interno quanto externo - foram os fatores que fizeram com que os preços dos alimentos ficassem mais caros no ano passado.
Esse cenário, sentido por todos os consumidores brasileiros, de uma maneira geral, teve um impacto profundo no orçamento familiar do idoso. "O grupo alimentação é o que mais pesa no cálculo do IPC-3i", disse, explicando que os idosos gastam mais com alimentos do que a média da população, em todas as faixas etárias. Entre os alimentos, o destaque de elevação de preços ficou por conta do feijão carioquinha, que subiu 128,48% no ano passado, no âmbito do IPC-3i.
O economista lembrou que os preços dos alimentos "dispararam" no ano passado, principalmente no segundo semestre de 2007. Safras ruins, problemas climáticos prejudicando a oferta de itens agrícolas e forte demanda por alimentos - tanto no mercado interno quanto externo - foram os fatores que fizeram com que os preços dos alimentos ficassem mais caros no ano passado.
Esse cenário, sentido por todos os consumidores brasileiros, de uma maneira geral, teve um impacto profundo no orçamento familiar do idoso. "O grupo alimentação é o que mais pesa no cálculo do IPC-3i", disse, explicando que os idosos gastam mais com alimentos do que a média da população, em todas as faixas etárias. Entre os alimentos, o destaque de elevação de preços ficou por conta do feijão carioquinha, que subiu 128,48% no ano passado, no âmbito do IPC-3i.
KAKÁ É CONVOCADO PELA JUSTIÇA
Justiça quer respostas de Kaká por relação com Igreja Renascer
Eleito o melhor jogador do mundo pela Fifa na temporada de 2007, o apoiador Kaká, do Milan e da Seleção, foi intimado, há quatro meses, pelo juiz da 1ª Vara Criminal de São Paulo, Marcelo Batlouni Mendroni, a prestar esclarecimentos sobre a sua relação com a Igreja Renascer em Cristo e seus fundadores, Estevam e Sônia Hernandes. Mas até agora ele não deu resposta à Justiça.
A informação foi publicada na edição desta semana da revista Carta Capital, que também revelou que o dízimo anual pago pelo jogador à Renascer passa de R$ 2 milhões.
O casal de bispos Estevam Hernandes Filho e Sônia Haddad Moraes Hernandes, 'donos' da Igreja Apostólica Renascer em Cristo, que possui residência em Miami e outros bens nos EUA, responde a processos por evasão de divisas e lavagem de dinheiro.
A prisão e condenação de ambos ocorreu porque eles desembarcaram na Flórida com US$ 56 mil, em dinheiro vivo, mas somente declararam US$ 10 mil (quantia máxima permitida) às autoridades alfandegárias dos Estados Unidos.
O craque brasileiro demonstra publicamente a sua devoção pela igreja evangélica. Kaká usa uma pulseira grafada com a palavra Jesus. Na ¿língua¿ de sua chuteira, pediu que gravassem 'Deus é Fiel'. A cada gol marcado, o ex-jogador do São Paulo levanta as mãos em direção ao Céu. Kaká é uma das figuras de grande destaque da Renascer, na qual se casou e para a qual cedeu o troféu ganho da Fifa. E já declarou que, ao encerrar a carreira, pretende se tornar pastor.
O objetivo da Justiça brasileira é esclarecer a relação entre o jogador e o casal Hernandes, envolvidos em operações financeiras que não teriam sido declaradas às autoridades brasileiras. Respodem a vários processos no País. Possíveis crimes - como lavagem de dinheiro e outras atividades ilegais - são investigados pelo juiz Marcelo Mendroni, informa a revista Carta Capital.
Com base no interrogatório enviado a Milão, segundo a reportagem, Kaká pode ser considerado mais uma vítima-testemunha. De acordo com o jornal italiano La Gazetta dello Sport, Kaká ganha 17 mil euros (cerca de 45 mil reais) por dia, o que anualmente chegaria a R$ 16 milhões por ano, sem levar em conta as premiações e cotas de patrocínio recebida pelo craque da Seleção.
É com base nessas contas que Kaká repassaria à Renascer mais de R$ 2 milhões por ano. E, segundo Mendroni, durante anos os dízimos da igreja foram desviados pelo casal Hernandes, que possui um patrimônio estimado em cerca de R$ 130 milhões.
"Qual é seu grau de amizade e que relação tem com as pessoas acusadas? Os acusados costumam freqüentar a sua casa na Itália ou no Brasil? O senhor freqüenta a casa deles no Brasil ou nos Estados Unidos? Você sabe o destino que foi e que é dado ao dinheiro das suas colaborações?". Essas são algumas das perguntas que Kaká - que em entrevista ao Ataque disse que continuará fiel à Renascer - terá que responder à Justiça, segundo a Carta Capital.
Crise religiosa
Além das perguntas encaminhadas pela Justiça brasileira, outro fato vem incomodando o jogador, ainda de acordo com a revista. A opção religiosa do genro sempre foi mal vista pela mãe de Caroline (mulher de Kaká), Rosangela Lyra, uma católica fervorosa e integrante da Renovação Carismática.
Eleito o melhor jogador do mundo pela Fifa na temporada de 2007, o apoiador Kaká, do Milan e da Seleção, foi intimado, há quatro meses, pelo juiz da 1ª Vara Criminal de São Paulo, Marcelo Batlouni Mendroni, a prestar esclarecimentos sobre a sua relação com a Igreja Renascer em Cristo e seus fundadores, Estevam e Sônia Hernandes. Mas até agora ele não deu resposta à Justiça.
A informação foi publicada na edição desta semana da revista Carta Capital, que também revelou que o dízimo anual pago pelo jogador à Renascer passa de R$ 2 milhões.
O casal de bispos Estevam Hernandes Filho e Sônia Haddad Moraes Hernandes, 'donos' da Igreja Apostólica Renascer em Cristo, que possui residência em Miami e outros bens nos EUA, responde a processos por evasão de divisas e lavagem de dinheiro.
A prisão e condenação de ambos ocorreu porque eles desembarcaram na Flórida com US$ 56 mil, em dinheiro vivo, mas somente declararam US$ 10 mil (quantia máxima permitida) às autoridades alfandegárias dos Estados Unidos.
O craque brasileiro demonstra publicamente a sua devoção pela igreja evangélica. Kaká usa uma pulseira grafada com a palavra Jesus. Na ¿língua¿ de sua chuteira, pediu que gravassem 'Deus é Fiel'. A cada gol marcado, o ex-jogador do São Paulo levanta as mãos em direção ao Céu. Kaká é uma das figuras de grande destaque da Renascer, na qual se casou e para a qual cedeu o troféu ganho da Fifa. E já declarou que, ao encerrar a carreira, pretende se tornar pastor.
O objetivo da Justiça brasileira é esclarecer a relação entre o jogador e o casal Hernandes, envolvidos em operações financeiras que não teriam sido declaradas às autoridades brasileiras. Respodem a vários processos no País. Possíveis crimes - como lavagem de dinheiro e outras atividades ilegais - são investigados pelo juiz Marcelo Mendroni, informa a revista Carta Capital.
Com base no interrogatório enviado a Milão, segundo a reportagem, Kaká pode ser considerado mais uma vítima-testemunha. De acordo com o jornal italiano La Gazetta dello Sport, Kaká ganha 17 mil euros (cerca de 45 mil reais) por dia, o que anualmente chegaria a R$ 16 milhões por ano, sem levar em conta as premiações e cotas de patrocínio recebida pelo craque da Seleção.
É com base nessas contas que Kaká repassaria à Renascer mais de R$ 2 milhões por ano. E, segundo Mendroni, durante anos os dízimos da igreja foram desviados pelo casal Hernandes, que possui um patrimônio estimado em cerca de R$ 130 milhões.
"Qual é seu grau de amizade e que relação tem com as pessoas acusadas? Os acusados costumam freqüentar a sua casa na Itália ou no Brasil? O senhor freqüenta a casa deles no Brasil ou nos Estados Unidos? Você sabe o destino que foi e que é dado ao dinheiro das suas colaborações?". Essas são algumas das perguntas que Kaká - que em entrevista ao Ataque disse que continuará fiel à Renascer - terá que responder à Justiça, segundo a Carta Capital.
Crise religiosa
Além das perguntas encaminhadas pela Justiça brasileira, outro fato vem incomodando o jogador, ainda de acordo com a revista. A opção religiosa do genro sempre foi mal vista pela mãe de Caroline (mulher de Kaká), Rosangela Lyra, uma católica fervorosa e integrante da Renovação Carismática.
sexta-feira, 4 de janeiro de 2008
BRASIL RETOMOU OS INVESTIMENTOS NA BOLÍVIA
"É sandice achar que o Brasil tem de brigar com a Bolívia"
A ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, disse ontem, durante audiência pública na Câmara dos Deputados, que o Brasil retomou os investimentos no gás da Bolívia porque lá está uma das maiores reservas da América Latina. "A troco de quê o Brasil não vai investir e ajudar a explorar esse gás? "É sandice achar que o Brasil tem de brigar com a Bolívia."
Dilma considerou superado o episódio da desapropriação das refinarias da Petrobrás pelo governo boliviano. "Acho que a questão relativa ao período de desapropriação foi encerrada, eles pagaram", comentou. "Não temos do que nos queixar." Para Dilma, uma relação estável com o país vizinho é de "alto interesse" do País.
O Brasil conta com 30 milhões de metros cúbicos de gás da Bolívia para garantir o abastecimento do Brasil em 2012, informou a ministra. Até lá, a produção nacional estará na casa dos 73 milhões de metros cúbicos. O País também estará importando perto de 30 milhões de metros cúbicos de outros países, na forma líquida (gás natural liquefeito ou GNL).
Atualmente, está em andamento a construção de duas unidades que injetarão o GNL nos dutos do País: um no Ceará e outro no Rio de Janeiro. Dilma anunciou aos deputados que a Petrobrás vai construir uma terceira planta de GNL, mas não disse onde.
A ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, disse ontem, durante audiência pública na Câmara dos Deputados, que o Brasil retomou os investimentos no gás da Bolívia porque lá está uma das maiores reservas da América Latina. "A troco de quê o Brasil não vai investir e ajudar a explorar esse gás? "É sandice achar que o Brasil tem de brigar com a Bolívia."
Dilma considerou superado o episódio da desapropriação das refinarias da Petrobrás pelo governo boliviano. "Acho que a questão relativa ao período de desapropriação foi encerrada, eles pagaram", comentou. "Não temos do que nos queixar." Para Dilma, uma relação estável com o país vizinho é de "alto interesse" do País.
O Brasil conta com 30 milhões de metros cúbicos de gás da Bolívia para garantir o abastecimento do Brasil em 2012, informou a ministra. Até lá, a produção nacional estará na casa dos 73 milhões de metros cúbicos. O País também estará importando perto de 30 milhões de metros cúbicos de outros países, na forma líquida (gás natural liquefeito ou GNL).
Atualmente, está em andamento a construção de duas unidades que injetarão o GNL nos dutos do País: um no Ceará e outro no Rio de Janeiro. Dilma anunciou aos deputados que a Petrobrás vai construir uma terceira planta de GNL, mas não disse onde.
METRÔ TERÁ 2,2 BILHÕES PARA EXPANSÃO ESTE ANO
Plano prevê novas linhas e mais trens
O Metrô deve receber, em 2008, R$ 2,2 bilhões em investimentos do governo estadual para a ampliação da malha e a aquisição de novos trens. Os investimentos fazem parte do Plano de Expansão do Transporte Metropolitano, que envolve Metrô, Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM) e Empresa Municipal de Transporte Urbano (EMTU) e está orçado em R$ 16,3 bilhões. Um acordo extra, firmado com a Prefeitura, em dezembro, garantiu mais R$ 1 bilhão para o Metrô, elevando o valor investido para R$ 17,3 bilhões.
Investimentos por parte da Prefeitura no Metrô não ocorriam há mais de 20 anos. Os recursos serão repassados com base numa lei aprovada no início de outubro do ano passado pela Câmara Municipal. O prefeito Gilberto Kassab (DEM) vai administrar um fundo que receberá recursos provenientes do adiantamento de recebíveis. Esses valores já estão sendo angariados por meio da lei do Programa de Parcelamento Incentivado (PPI), que permitiu a renegociação de dívidas com a Prefeitura.
Investimentos - O plano prevê a compra de novos trens e a recuperação e modernização de todas as linhas, além da ampliação e construção de outras. Com a aquisição de novas composições, a Linha 1 - Azul (Tucuruvi - Jabaquara) e a Linha 3 - Vermelha (Corinthians/Itaquera - Palmeiras Barra Funda) devem reduzir o intervalo entre os trens. Na Linha 2 - Verde (Vila Madalena - Alto do Ipiranga), a extensão da Alto do Ipiranga até a Vila Prudente atenderá a novos conglomerados metropolitanos e reduzirá a emissão de poluentes em 42 mil toneladas por ano. O plano prevê também o início da segunda etapa de expansão da Linha 5 - Lilás (Largo 13 - Capão Redondo) entre o Largo 13 e a Chácara Klabin.
A Linha 4 Amarela (Luz - Vila Sônia), a ser operada pela iniciativa privada através de Parceria Público Privada (PPP), promoverá a integração de todo o sistema metro ferroviário da Grande São Paulo, além de reduzir o volume de veículos no corredor Consolação/Rebouças e facilitar o acesso a importantes pontos da Capital, como Luz, Hospital das Clínicas, avenida Paulista, entre outros.
O Metrô deve receber, em 2008, R$ 2,2 bilhões em investimentos do governo estadual para a ampliação da malha e a aquisição de novos trens. Os investimentos fazem parte do Plano de Expansão do Transporte Metropolitano, que envolve Metrô, Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM) e Empresa Municipal de Transporte Urbano (EMTU) e está orçado em R$ 16,3 bilhões. Um acordo extra, firmado com a Prefeitura, em dezembro, garantiu mais R$ 1 bilhão para o Metrô, elevando o valor investido para R$ 17,3 bilhões.
Investimentos por parte da Prefeitura no Metrô não ocorriam há mais de 20 anos. Os recursos serão repassados com base numa lei aprovada no início de outubro do ano passado pela Câmara Municipal. O prefeito Gilberto Kassab (DEM) vai administrar um fundo que receberá recursos provenientes do adiantamento de recebíveis. Esses valores já estão sendo angariados por meio da lei do Programa de Parcelamento Incentivado (PPI), que permitiu a renegociação de dívidas com a Prefeitura.
Investimentos - O plano prevê a compra de novos trens e a recuperação e modernização de todas as linhas, além da ampliação e construção de outras. Com a aquisição de novas composições, a Linha 1 - Azul (Tucuruvi - Jabaquara) e a Linha 3 - Vermelha (Corinthians/Itaquera - Palmeiras Barra Funda) devem reduzir o intervalo entre os trens. Na Linha 2 - Verde (Vila Madalena - Alto do Ipiranga), a extensão da Alto do Ipiranga até a Vila Prudente atenderá a novos conglomerados metropolitanos e reduzirá a emissão de poluentes em 42 mil toneladas por ano. O plano prevê também o início da segunda etapa de expansão da Linha 5 - Lilás (Largo 13 - Capão Redondo) entre o Largo 13 e a Chácara Klabin.
A Linha 4 Amarela (Luz - Vila Sônia), a ser operada pela iniciativa privada através de Parceria Público Privada (PPP), promoverá a integração de todo o sistema metro ferroviário da Grande São Paulo, além de reduzir o volume de veículos no corredor Consolação/Rebouças e facilitar o acesso a importantes pontos da Capital, como Luz, Hospital das Clínicas, avenida Paulista, entre outros.
METADE DO PIB ESTÁ CONCENTRADO EM 10% DOS MUNICÍPIOS
Apenas cinco capitais respondem por um quarto do PIB nacional
A quarta divulgação, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), do Produto Interno Bruto (PIB) dos municípios (soma de todas as riquezas produzidas em cada cidade), confirmou a concentração regional da renda do País. Apenas cinco capitais - pela ordem, São Paulo (SP), Rio de Janeiro (RJ), Brasília (DF), Curitiba (PR) e Belo Horizonte (MG) - responderam por um quarto do PIB nacional em 2005. No outro extremo, os cinco municípios com os menores resultados, quatro deles no Piauí, representavam 0,001% de toda a renda gerada no País.
O leque apenas dilata a desigualdade: metade do PIB brasileiro está concentrada em 51 municípios, ou seja, em menos de 10% do total de 5.564 cidades. Enquanto na ponta mais empobrecida, é necessário juntar 1.338 municípios para chegar a 1% do PIB nacional. Na divulgação, feita ontem, o IBGE estreou uma nova metodologia que leva em conta mudanças na atividade de serviços, provocadas sobretudo por avanços tecnológicos.
O resultado foi um retrato mais preciso do peso das cidades, traduzido pelo ganho de 3,2 pontos percentuais do PIB da cidade de São Paulo, de 2004 (9,09%) para 2005 (12,2%). O Rio de Janeiro também ganhou 1,1 ponto percentual na mesma comparação, passando de 4,7% para 5,8%. O cálculo, sobre os dados divulgados ontem, é do economista Sérgio Besserman, presidente do Instituto Pereira Passos, da Prefeitura do Rio. "É como se São Paulo tivesse incorporado uma Curitiba e o Rio, uma Porto Alegre", comentou.
A técnica Sheila Cristina Zani, do IBGE, coordenadora da pesquisa, destacou que, com a nova metodologia, "a estrutura produtiva está melhor medida". Ela destacou que, o método de cálculo de 1998, que servia de base da pesquisa até 2004, levava a uma subestimação de serviços como informática, telefonia, incorporações. Também foi modificado o procedimento em relação à extrativa mineral que, no caso do petróleo, passou a dar mais peso à produção efetiva e menos à renda dos royalties.
Pelos números apresentados pelo IBGE, entre os municípios com participação mínima de 0,5% do PIB nacional, 13 tiveram ganhos na participação relativa, de 2004 para 2005. Os maiores saldos ficaram com São Paulo, com 0,6%, Campos dos Goytacazes, no norte fluminense, com 0,2% e Barueri, na região metropolitana de São Paulo, também com 0,2%.
O ranking dos cinco maiores PIBs municipais mantém-se inalterado desde 2003 e revela que Curitiba, que em 2002 ocupava a sexta posição, consolidou-se em quarto lugar, desbancando Belo Horizonte. A concentração de riqueza no Sudeste e no Sul é tão patente quanto a fraca participação dos municípios do Norte e Nordeste no bolo.
A quarta divulgação, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), do Produto Interno Bruto (PIB) dos municípios (soma de todas as riquezas produzidas em cada cidade), confirmou a concentração regional da renda do País. Apenas cinco capitais - pela ordem, São Paulo (SP), Rio de Janeiro (RJ), Brasília (DF), Curitiba (PR) e Belo Horizonte (MG) - responderam por um quarto do PIB nacional em 2005. No outro extremo, os cinco municípios com os menores resultados, quatro deles no Piauí, representavam 0,001% de toda a renda gerada no País.
O leque apenas dilata a desigualdade: metade do PIB brasileiro está concentrada em 51 municípios, ou seja, em menos de 10% do total de 5.564 cidades. Enquanto na ponta mais empobrecida, é necessário juntar 1.338 municípios para chegar a 1% do PIB nacional. Na divulgação, feita ontem, o IBGE estreou uma nova metodologia que leva em conta mudanças na atividade de serviços, provocadas sobretudo por avanços tecnológicos.
O resultado foi um retrato mais preciso do peso das cidades, traduzido pelo ganho de 3,2 pontos percentuais do PIB da cidade de São Paulo, de 2004 (9,09%) para 2005 (12,2%). O Rio de Janeiro também ganhou 1,1 ponto percentual na mesma comparação, passando de 4,7% para 5,8%. O cálculo, sobre os dados divulgados ontem, é do economista Sérgio Besserman, presidente do Instituto Pereira Passos, da Prefeitura do Rio. "É como se São Paulo tivesse incorporado uma Curitiba e o Rio, uma Porto Alegre", comentou.
A técnica Sheila Cristina Zani, do IBGE, coordenadora da pesquisa, destacou que, com a nova metodologia, "a estrutura produtiva está melhor medida". Ela destacou que, o método de cálculo de 1998, que servia de base da pesquisa até 2004, levava a uma subestimação de serviços como informática, telefonia, incorporações. Também foi modificado o procedimento em relação à extrativa mineral que, no caso do petróleo, passou a dar mais peso à produção efetiva e menos à renda dos royalties.
Pelos números apresentados pelo IBGE, entre os municípios com participação mínima de 0,5% do PIB nacional, 13 tiveram ganhos na participação relativa, de 2004 para 2005. Os maiores saldos ficaram com São Paulo, com 0,6%, Campos dos Goytacazes, no norte fluminense, com 0,2% e Barueri, na região metropolitana de São Paulo, também com 0,2%.
O ranking dos cinco maiores PIBs municipais mantém-se inalterado desde 2003 e revela que Curitiba, que em 2002 ocupava a sexta posição, consolidou-se em quarto lugar, desbancando Belo Horizonte. A concentração de riqueza no Sudeste e no Sul é tão patente quanto a fraca participação dos municípios do Norte e Nordeste no bolo.
segunda-feira, 3 de dezembro de 2007
O NOVO TEXTO DA LEI DE BIOSSEGURANÇA É UM IMPORTANTE PASSO À FRENTE
Dificilmente a Câmara dos Deputados conseguirá aprovar a curto prazo a Lei de Biossegurança que precisa votar por ter sido modificada no Senado.
É muito longa a pauta de projetos à espera de apreciação: além de outras importantes leis, há projetos de emendas constitucionais e uma série de medidas provisórias, que trancam a pauta.
Mas, com tudo isso, é importante que os deputados tenham consciência da necessidade de conceder aos cientistas brasileiros, o mais rapidamente possível, a liberdade de que eles necessitam para desenvolver pesquisas na área das células-tronco embrionárias.
Embora seja este um novo campo de investigação, já está fazendo surgir aplicações práticas concretas, que demonstram seu potencial curativo fantasticamente promissor.
Não é por outro motivo que os eleitores da Califórnia aprovaram a emenda 71, que destina US$ 3 bilhões às pesquisas com células-tronco, causa defendida com veemência por seu governador, o mais do que conservador Arnold Schwarzenegger.
O caso chama a atenção porque o ex-ator, ao contrário de outros republicanos (como Ron Reagan, cujo pai sofria do mal de Alzheimer), não tem interesse pessoal no desenvolvimento de tratamentos médicos para doenças degenerativas hoje incuráveis.
Apenas o convívio com pessoas como o recentemente falecido Christopher Reeve, que ficou tetraplégico após um acidente, ou Michael J. Fox, que sofre do mal de Parkinson, parece ter sido suficiente para convencer Schwarzenegger de que é fundamental apoiar a pesquisa.
O projeto que retornou do Senado ainda inclui graves restrições à ciência, como a limitação das pesquisas às células de embriões congelados há pelo menos três anos nas clínicas de fertilização — embriões descartados que, com qualquer tempo de congelamento, vão acabar no lixo.
Também algum dia será preciso admitir a clonagem com fins terapêuticos, hoje vedada, e que é particularmente promissora.
Ainda assim, comparado com o projeto proibitivo que veio originalmente da Câmara, o novo texto da Lei de Biossegurança é um importante passo à frente. Merece ser apreciado com rapidez e aprovado pelos deputados.
É muito longa a pauta de projetos à espera de apreciação: além de outras importantes leis, há projetos de emendas constitucionais e uma série de medidas provisórias, que trancam a pauta.
Mas, com tudo isso, é importante que os deputados tenham consciência da necessidade de conceder aos cientistas brasileiros, o mais rapidamente possível, a liberdade de que eles necessitam para desenvolver pesquisas na área das células-tronco embrionárias.
Embora seja este um novo campo de investigação, já está fazendo surgir aplicações práticas concretas, que demonstram seu potencial curativo fantasticamente promissor.
Não é por outro motivo que os eleitores da Califórnia aprovaram a emenda 71, que destina US$ 3 bilhões às pesquisas com células-tronco, causa defendida com veemência por seu governador, o mais do que conservador Arnold Schwarzenegger.
O caso chama a atenção porque o ex-ator, ao contrário de outros republicanos (como Ron Reagan, cujo pai sofria do mal de Alzheimer), não tem interesse pessoal no desenvolvimento de tratamentos médicos para doenças degenerativas hoje incuráveis.
Apenas o convívio com pessoas como o recentemente falecido Christopher Reeve, que ficou tetraplégico após um acidente, ou Michael J. Fox, que sofre do mal de Parkinson, parece ter sido suficiente para convencer Schwarzenegger de que é fundamental apoiar a pesquisa.
O projeto que retornou do Senado ainda inclui graves restrições à ciência, como a limitação das pesquisas às células de embriões congelados há pelo menos três anos nas clínicas de fertilização — embriões descartados que, com qualquer tempo de congelamento, vão acabar no lixo.
Também algum dia será preciso admitir a clonagem com fins terapêuticos, hoje vedada, e que é particularmente promissora.
Ainda assim, comparado com o projeto proibitivo que veio originalmente da Câmara, o novo texto da Lei de Biossegurança é um importante passo à frente. Merece ser apreciado com rapidez e aprovado pelos deputados.
BANCO DÁ INÍCIO AO AMIGO REAL
A partir de hoje , o Banco Real dá início à sexta edição do Amigo Real, programa criado em consonância com o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), que seleciona projetos com foco em educação nos municípios com indicadores sociais críticos.
O Amigo Real tem como base a Lei no 8.069 do ECA e prevê um incentivo fiscal que possibilita cidadãos e empresas destinar parte do Imposto de Renda devido aos Fundos Municipais dos Direitos da Criança e do Adolescente.
O programa facilita o direcionamento desses recursos e mobiliza os funcionários, clientes, fornecedores e empresas do grupo ABN AMRO Real. As empresas podem destinar até 1% do IR devido apurado sobre o lucro real e pessoas físicas, até 6% do IR devido (no formulário completo).
Todos os projetos têm total suporte da instituição e contam coma participação da equipe de colaboradores. Organizados em Grupos de Trabalho e Grupos de Mobilização, eles avaliam, selecionam e trabalham no engajamento com o público que se relaciona com o banco. Mais informações no site www.bancoreal.com.br/amigoreal.
O Amigo Real tem como base a Lei no 8.069 do ECA e prevê um incentivo fiscal que possibilita cidadãos e empresas destinar parte do Imposto de Renda devido aos Fundos Municipais dos Direitos da Criança e do Adolescente.
O programa facilita o direcionamento desses recursos e mobiliza os funcionários, clientes, fornecedores e empresas do grupo ABN AMRO Real. As empresas podem destinar até 1% do IR devido apurado sobre o lucro real e pessoas físicas, até 6% do IR devido (no formulário completo).
Todos os projetos têm total suporte da instituição e contam coma participação da equipe de colaboradores. Organizados em Grupos de Trabalho e Grupos de Mobilização, eles avaliam, selecionam e trabalham no engajamento com o público que se relaciona com o banco. Mais informações no site www.bancoreal.com.br/amigoreal.
MAIS 850 VAGAS NA ÁREA DE LIMPEZA NOS CATs
Nas seis unidades de atendimento ao trabalhador - intermediação de mão-de-obra e habilitação do seguro-desemprego da Secretaria Municipal do Trabalho, há 856 chances na área de serviços de limpeza. Dessas, 96 vagas são exclusivas para pessoas com deficiência.
A seleção começa na próxima quarta-feira, com previsão de termino até o preenchimento das vagas.
As oportunidades estão distribuídas nas seguintes funções: auxiliar de limpeza (650 vagas), empregada doméstica (166), encarregado de limpeza (16), faxineiro (10) e limpador de vidros (14).
Os interessados devem ter no mínimo seis meses de experiência na função pretendida e ensino fundamental, exceto para as vagas de encarregado de limpeza que a exigência é de ensino médio completo.
As oportunidades são para trabalhar em diversas regiões da Capital. Os Centros de Apoio ao Trabalho estão localizados em todas as regiões da cidade. Essa é uma forma de agilizar o processo na hora da busca pelo emprego.
Lembramos que 96 chances para auxiliar de limpeza são exclusivas para pessoas com deficiência. Neste caso, a experiência não é exigida, basta que o candidato tenha cursado o ensino fundamental e possua o código internacional de doença. Os salários variam de R$ 410,00 a R$ 1.052,00 (encarregado de limpeza), mais benefícios.
Serviço - Os endereços dos postos do CAT são avenida Interlagos, 6.122, Interlagos, e rua Barão do Rio Branco, 864, Santo Amaro, ambos na Zona Sul; rua Gregório Ramalho, 12, Itaquera, Zona Leste; rua Catão, 312, Lapa, Zona Oeste; rua Voluntários da Pátria, 1.553, Santana, Zona Norte; e rua Galvão Bueno, 782, Liberdade, Centro. O horário de atendimento é das 7h às 16h, de segunda a sexta-feira. Os interessados devem comparecer com carteira profissional, RG, certificado de escolaridade e currículo.
A seleção começa na próxima quarta-feira, com previsão de termino até o preenchimento das vagas.
As oportunidades estão distribuídas nas seguintes funções: auxiliar de limpeza (650 vagas), empregada doméstica (166), encarregado de limpeza (16), faxineiro (10) e limpador de vidros (14).
Os interessados devem ter no mínimo seis meses de experiência na função pretendida e ensino fundamental, exceto para as vagas de encarregado de limpeza que a exigência é de ensino médio completo.
As oportunidades são para trabalhar em diversas regiões da Capital. Os Centros de Apoio ao Trabalho estão localizados em todas as regiões da cidade. Essa é uma forma de agilizar o processo na hora da busca pelo emprego.
Lembramos que 96 chances para auxiliar de limpeza são exclusivas para pessoas com deficiência. Neste caso, a experiência não é exigida, basta que o candidato tenha cursado o ensino fundamental e possua o código internacional de doença. Os salários variam de R$ 410,00 a R$ 1.052,00 (encarregado de limpeza), mais benefícios.
Serviço - Os endereços dos postos do CAT são avenida Interlagos, 6.122, Interlagos, e rua Barão do Rio Branco, 864, Santo Amaro, ambos na Zona Sul; rua Gregório Ramalho, 12, Itaquera, Zona Leste; rua Catão, 312, Lapa, Zona Oeste; rua Voluntários da Pátria, 1.553, Santana, Zona Norte; e rua Galvão Bueno, 782, Liberdade, Centro. O horário de atendimento é das 7h às 16h, de segunda a sexta-feira. Os interessados devem comparecer com carteira profissional, RG, certificado de escolaridade e currículo.
quarta-feira, 28 de novembro de 2007
A FEBRE DOS CLIQUES DIGITAIS
Guardar os momentos especiais em fotografias é algo prazeroso e que se tornou uma tradição para muitas pessoas. A ansiedade por esperar o filme ser revelado e enfim conferir todos os detalhes pode ser considerado coisa do passado. A tecnologia evoluiu, e para gravar ocasiões especiais em fotos, não é necessário mais ter o trabalho com filmes e revelações, além do manuseio com os trambolhos do passado. As câmeras digitais vieram para revolucionar o mundo das imagens.
Em muito pouco tempo, essa novidade se tornou febre no Brasil e ainda não sabemos onde isto pode chegar. As primeiras câmeras digitais eram muito diferentes das que conhecemos hoje em dia. Bem maiores do que encontramos atualmente e menos versáteis, elas evoluíram, assim como as tecnologias que cercam o mundo. As câmeras digitais possuem alguns cúmplices, que foram ajudando no seu desenvolvimento.
Mundo dos Megapixels
Ter um computador não é obrigatoriedade para aquelas pessoas que querem ou se interessam por uma câmera digital. Atualmente, as grandes redes de supermercados possuem dentro de suas lojas, lugares que fazem a revelação, tanto de película (filme fotográfico) quanto de fotos digitais.
As fotos digitais ainda podem ser reveladas com o cartão de memória da própria máquina, descarregando todo o conteúdo imediatamente, sem a necessidade de um computador. Se revelar as fotografias é fácil, tirá-las é mais ainda!
Para aqueles que possuem um computador, os álbuns de fotografias podem virar coisas do passado. Tudo porque os CDs graváveis servem como um álbum que comporta muitas fotos. Além de ser possível conferir as imagens com muitas pessoas ao mesmo tempo. Simples, se você tiver um DVD e ele for compatível com o arquivo dos retratos, o álbum poderá ser admirado na televisão da sala.
Diferenciais com praticidade
Quem não ficou curioso por ter tirado uma foto e não ter como vê-la no momento? E se depois dessa foto ter sido revelada, ela não ficou boa? As máquinas analógicas podem pregar essas peças. Já com as digitais, as unhas poderão ser poupadas pela ansiedade. Os pequenos monitores são o grande atrativo dessas câmeras. Através deles é possível selecionar as melhores fotografias, logo após o clique.
Além da praticidade de escolher as melhores fotos, a curiosidade também é saciada instantaneamente com essas telas. Todos podem se reunir em volta da própria máquina e conferir como a fotografia ficou. Agora fazer piadinhas nas fotos e colocar chifrinhos nos amigos sem eles perceberem, terá uma duração menor, pois elas podem ser apagadas.
Um dos diferenciais das máquinas está exatamente no tamanho das telinhas. Geralmente são encontradas câmeras com telas de três polegadas, mas também existem as com cinco polegadas, que são maiores e dão uma maior noção dos detalhes das imagens. Um monitor maior é perfeito para aqueles que já tem uma experiência com fotografias e querem tirar fotos minuciosas e mais bonitas.
A qualidade dos cliques
É possível saber a qualidade das fotos antes mesmo de tirá-las; basta saber qual máquina está sendo usada. A qualidade dela é determinada principalmente pela quantidade de megapixels que câmera possui. Mas o que são os megapixels? Os megapixels estão ligados à resolução da imagem. Cada pixel armazena um ponto da imagem que está sendo fotografada; os megapixels contêm centenas de pixels. Quanto maior for o número de megapixels da imagem fotografada, melhor será a qualidade e também a impressão da foto.
Como você pode perceber, ter uma foto com uma boa qualidade não depende apenas do fotógrafo, mas também do equipamento. Por exemplo: uma câmera digital com a resolução de 1.2 megapixel gera fotos que podem ser impressas com o tamanho de 5,42 por 4,06 centímetros – quase uma foto 3x4. Isso ocorre justamente pela foto ter uma baixa resolução. Para se obter uma fotografia com o tamanho normal (que conhecemos) – 17,34 por 13 centímetros – é preciso ter uma câmera com a resolução de 3.2 megapixels.
Confira no quadro de “dicas” algumas noções de fotografia, e que pode ajudar a melhorar as fotos tiradas.
O mercado cresce
Este mercado está em franca ascensão e ainda não vemos onde ele pode parar. Tirar fotos virou mais que uma tradição, e sim, uma diversão em qualquer momento. Por isso, o supervisor geral das Lojas Cem, Valdemir Coleoni, se diz otimista no mercado de câmeras digitais, sobretudo na área de tecnologia: “O mundo todo mostrou um grande fascínio pelas câmeras; esse é um artigo de alta tecnologia”, exclamou o supervisor, que ainda falou sobre a importância da variedade existente no mercado.
“Nós vendemos cerca de 1.200 itens no geral em nossas lojas. Só as câmeras estão entre 20 e 30 itens pela variedade”, explicou Valdemir. Nas lojas, é possível encontrar câmeras de R$ 300 até mais de R$ 2.000, que são câmeras semi e profissionais. Valdemir Coleoni lembra que as mais vendidas estão na faixa dos R$ 400 a R$ 500.
O supervisor que comparou as câmeras analógicas aos videocassetes e as câmeras digitais aos Dvds, ainda lembrou a grande facilidade de comprar, atualmente. “Com os valores sendo financiados em 20 vezes e com cartões de crédito, é muito fácil adquirir uma máquina digital. Quase tão fácil quanto tirar fotos com ela”.
Em muito pouco tempo, essa novidade se tornou febre no Brasil e ainda não sabemos onde isto pode chegar. As primeiras câmeras digitais eram muito diferentes das que conhecemos hoje em dia. Bem maiores do que encontramos atualmente e menos versáteis, elas evoluíram, assim como as tecnologias que cercam o mundo. As câmeras digitais possuem alguns cúmplices, que foram ajudando no seu desenvolvimento.
Mundo dos Megapixels
Ter um computador não é obrigatoriedade para aquelas pessoas que querem ou se interessam por uma câmera digital. Atualmente, as grandes redes de supermercados possuem dentro de suas lojas, lugares que fazem a revelação, tanto de película (filme fotográfico) quanto de fotos digitais.
As fotos digitais ainda podem ser reveladas com o cartão de memória da própria máquina, descarregando todo o conteúdo imediatamente, sem a necessidade de um computador. Se revelar as fotografias é fácil, tirá-las é mais ainda!
Para aqueles que possuem um computador, os álbuns de fotografias podem virar coisas do passado. Tudo porque os CDs graváveis servem como um álbum que comporta muitas fotos. Além de ser possível conferir as imagens com muitas pessoas ao mesmo tempo. Simples, se você tiver um DVD e ele for compatível com o arquivo dos retratos, o álbum poderá ser admirado na televisão da sala.
Diferenciais com praticidade
Quem não ficou curioso por ter tirado uma foto e não ter como vê-la no momento? E se depois dessa foto ter sido revelada, ela não ficou boa? As máquinas analógicas podem pregar essas peças. Já com as digitais, as unhas poderão ser poupadas pela ansiedade. Os pequenos monitores são o grande atrativo dessas câmeras. Através deles é possível selecionar as melhores fotografias, logo após o clique.
Além da praticidade de escolher as melhores fotos, a curiosidade também é saciada instantaneamente com essas telas. Todos podem se reunir em volta da própria máquina e conferir como a fotografia ficou. Agora fazer piadinhas nas fotos e colocar chifrinhos nos amigos sem eles perceberem, terá uma duração menor, pois elas podem ser apagadas.
Um dos diferenciais das máquinas está exatamente no tamanho das telinhas. Geralmente são encontradas câmeras com telas de três polegadas, mas também existem as com cinco polegadas, que são maiores e dão uma maior noção dos detalhes das imagens. Um monitor maior é perfeito para aqueles que já tem uma experiência com fotografias e querem tirar fotos minuciosas e mais bonitas.
A qualidade dos cliques
É possível saber a qualidade das fotos antes mesmo de tirá-las; basta saber qual máquina está sendo usada. A qualidade dela é determinada principalmente pela quantidade de megapixels que câmera possui. Mas o que são os megapixels? Os megapixels estão ligados à resolução da imagem. Cada pixel armazena um ponto da imagem que está sendo fotografada; os megapixels contêm centenas de pixels. Quanto maior for o número de megapixels da imagem fotografada, melhor será a qualidade e também a impressão da foto.
Como você pode perceber, ter uma foto com uma boa qualidade não depende apenas do fotógrafo, mas também do equipamento. Por exemplo: uma câmera digital com a resolução de 1.2 megapixel gera fotos que podem ser impressas com o tamanho de 5,42 por 4,06 centímetros – quase uma foto 3x4. Isso ocorre justamente pela foto ter uma baixa resolução. Para se obter uma fotografia com o tamanho normal (que conhecemos) – 17,34 por 13 centímetros – é preciso ter uma câmera com a resolução de 3.2 megapixels.
Confira no quadro de “dicas” algumas noções de fotografia, e que pode ajudar a melhorar as fotos tiradas.
O mercado cresce
Este mercado está em franca ascensão e ainda não vemos onde ele pode parar. Tirar fotos virou mais que uma tradição, e sim, uma diversão em qualquer momento. Por isso, o supervisor geral das Lojas Cem, Valdemir Coleoni, se diz otimista no mercado de câmeras digitais, sobretudo na área de tecnologia: “O mundo todo mostrou um grande fascínio pelas câmeras; esse é um artigo de alta tecnologia”, exclamou o supervisor, que ainda falou sobre a importância da variedade existente no mercado.
“Nós vendemos cerca de 1.200 itens no geral em nossas lojas. Só as câmeras estão entre 20 e 30 itens pela variedade”, explicou Valdemir. Nas lojas, é possível encontrar câmeras de R$ 300 até mais de R$ 2.000, que são câmeras semi e profissionais. Valdemir Coleoni lembra que as mais vendidas estão na faixa dos R$ 400 a R$ 500.
O supervisor que comparou as câmeras analógicas aos videocassetes e as câmeras digitais aos Dvds, ainda lembrou a grande facilidade de comprar, atualmente. “Com os valores sendo financiados em 20 vezes e com cartões de crédito, é muito fácil adquirir uma máquina digital. Quase tão fácil quanto tirar fotos com ela”.
CONVERSOR: PREÇO DEVE CAIR 60%, PREVÊ CONSULTOR
O preço dos conversores, necessários para ter acesso aos benefícios de TV digital, deverá cair cerca de 60%, para a faixa de R$ 300, até o final de 2008, estima o consultor Rodrigo Araújo.
Os aparelhos custam, no mínimo, R$ 499. Para os fabricantes, nas atuais condições é difícil baixar o valor.
O governo admitiu conceder benefícios fiscais para que o aparelho tenha preço competitivo. E o ministro das Comunicações, Hélio Costa, entende que não dá para aceitar um conversor com preço acima de R$ 200.
A transmissão em formato digital começa no dia dois.
Os aparelhos custam, no mínimo, R$ 499. Para os fabricantes, nas atuais condições é difícil baixar o valor.
O governo admitiu conceder benefícios fiscais para que o aparelho tenha preço competitivo. E o ministro das Comunicações, Hélio Costa, entende que não dá para aceitar um conversor com preço acima de R$ 200.
A transmissão em formato digital começa no dia dois.
COMPRAS DE NATAL JÁ DARÃO CRÉDITO DE ICMS
Em dezembro, consumidor poderá pedir nota em lojas de esporte e música
Já no próximo mês, o consumidor paulista vai ter novo incentivo para pedir nota fiscal. A partir do dia 1º (sábado), será a vez dos comércios relacionados à saúde, esporte e lazer serem obrigados a emitir a nota fiscal paulista. Assim, parte das compras de Natal já terá a devolução de até 30% do ICMS recolhido pelos comerciantes.
Segundo a Secretaria da Fazenda do Estado, devem aderir ao programa 40 mil estabelecimentos de 13 diferentes atividades econômicas, como lojas de artigos esportivos e instrumentos musicais (veja a lista ao lado). Mais de 370 mil notas
Os restaurantes foram os primeiros incluídos. Neste mês, padarias e bares também entraram no programa.
Até ontem, às 19h, estavam cadastradas no programa 58.079 lojas e tinham sido emitidas 379.067 notas, segundo a secretaria.
Crédito de R$ 1,80
Segundo Welinton Motta, diretor da consultoria Confirp, em cada R$ 100 gastos com a compra de qualquer um dos produtos agora incluídos, se o comerciante obtiver lucro de 50%, o consumidor acumulará crédito de R$ 1,80.
Porém, no caso de livros, jornais e revistas, que são isentos de ICMS, não haverá direito ao reembolso, lembra o consultor.
O consumidor poderá usar o crédito para abater o IPVA (imposto do carro) ou receber o valor em dinheiro, na conta-corrente.l
Só em 2009 será possível abater valor do IPVA
Aqueles que pretendem utilizar os créditos do ICMS acumulados a partir de outubro deste ano para pagar menos IPVA no ano que vem terão de esperar até 2009.
De acordo com a Secretaria da Fazenda do Estado de São Paulo, a restituição da nota fiscal será feita apenas em abril, um mês depois de vencer a última parcela do imposto do carro de 2008.
O reembolso do crédito de ICMS será feito duas vezes por ano: para compras feitas entre janeiro e junho, o crédito virá em outubro. Aquelas realizadas entre julho e dezembro serão creditadas em abril. Assim, o primeiro desconto no IPVA virá somente em 2009.
Já no próximo mês, o consumidor paulista vai ter novo incentivo para pedir nota fiscal. A partir do dia 1º (sábado), será a vez dos comércios relacionados à saúde, esporte e lazer serem obrigados a emitir a nota fiscal paulista. Assim, parte das compras de Natal já terá a devolução de até 30% do ICMS recolhido pelos comerciantes.
Segundo a Secretaria da Fazenda do Estado, devem aderir ao programa 40 mil estabelecimentos de 13 diferentes atividades econômicas, como lojas de artigos esportivos e instrumentos musicais (veja a lista ao lado). Mais de 370 mil notas
Os restaurantes foram os primeiros incluídos. Neste mês, padarias e bares também entraram no programa.
Até ontem, às 19h, estavam cadastradas no programa 58.079 lojas e tinham sido emitidas 379.067 notas, segundo a secretaria.
Crédito de R$ 1,80
Segundo Welinton Motta, diretor da consultoria Confirp, em cada R$ 100 gastos com a compra de qualquer um dos produtos agora incluídos, se o comerciante obtiver lucro de 50%, o consumidor acumulará crédito de R$ 1,80.
Porém, no caso de livros, jornais e revistas, que são isentos de ICMS, não haverá direito ao reembolso, lembra o consultor.
O consumidor poderá usar o crédito para abater o IPVA (imposto do carro) ou receber o valor em dinheiro, na conta-corrente.l
Só em 2009 será possível abater valor do IPVA
Aqueles que pretendem utilizar os créditos do ICMS acumulados a partir de outubro deste ano para pagar menos IPVA no ano que vem terão de esperar até 2009.
De acordo com a Secretaria da Fazenda do Estado de São Paulo, a restituição da nota fiscal será feita apenas em abril, um mês depois de vencer a última parcela do imposto do carro de 2008.
O reembolso do crédito de ICMS será feito duas vezes por ano: para compras feitas entre janeiro e junho, o crédito virá em outubro. Aquelas realizadas entre julho e dezembro serão creditadas em abril. Assim, o primeiro desconto no IPVA virá somente em 2009.
quarta-feira, 14 de novembro de 2007
LULA GARANTE ENERGIA PARA ABASTECER O PAÍS
Presidente negou existência de crise de tecimento
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) negou ontem a existência de uma crise energética no País. De acordo com Lula, há energia suficiente para abastecer o Brasil até 2012. O presidente minimizou a falta de gás natural no Rio de Janeiro e em São Paulo e garantiu que, se for preciso, haverá outras descobertas de reservas.
"Este país está sólido, e é preciso vocês (empresários) acreditarem que não vai ter crise energética, que as indústrias podem crescer. O que não falta, na verdade, é gente para botar defeito", afirmou o presidente, na abertura do 5o Encontro Nacional do Programa de Mobilização da Indústria Nacional de Petróleo e Gás Natural (Prominp), no Palácio do Planalto.
O presidente minimizou a decisão da Petrobras de reduzir o fornecimento de gás para distribuidoras do Rio de Janeiro. "Aconteceu um probleminha de gás no Rio de Janeiro, acabou a energia do mundo. Não acabou. Este País tem energia garantida até 2012", disse ele. "Vamos descobrir o gás que precisamos descobrir ou vamos comprar o gás que precisar comprar", complementou, lembrando que no próximo mês ocorrerá leilão das usinas hidrelétricas do rio Madeira, em Rondônia.
No fim de outubro, a Petrobras limitou a entrega de gás natural nos estados do Rio e de São Paulo. A estatal alegou que, há mais de um ano, as empresas retiravam combustível além do previsto nos contratos e que a redução da entrega era necessária para atender aos demais contratos e garantir a geração de energia elétrica das usinas a gás natural, conforme termo de compromisso assinado pela estatal com a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) em maio deste ano.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) negou ontem a existência de uma crise energética no País. De acordo com Lula, há energia suficiente para abastecer o Brasil até 2012. O presidente minimizou a falta de gás natural no Rio de Janeiro e em São Paulo e garantiu que, se for preciso, haverá outras descobertas de reservas.
"Este país está sólido, e é preciso vocês (empresários) acreditarem que não vai ter crise energética, que as indústrias podem crescer. O que não falta, na verdade, é gente para botar defeito", afirmou o presidente, na abertura do 5o Encontro Nacional do Programa de Mobilização da Indústria Nacional de Petróleo e Gás Natural (Prominp), no Palácio do Planalto.
O presidente minimizou a decisão da Petrobras de reduzir o fornecimento de gás para distribuidoras do Rio de Janeiro. "Aconteceu um probleminha de gás no Rio de Janeiro, acabou a energia do mundo. Não acabou. Este País tem energia garantida até 2012", disse ele. "Vamos descobrir o gás que precisamos descobrir ou vamos comprar o gás que precisar comprar", complementou, lembrando que no próximo mês ocorrerá leilão das usinas hidrelétricas do rio Madeira, em Rondônia.
No fim de outubro, a Petrobras limitou a entrega de gás natural nos estados do Rio e de São Paulo. A estatal alegou que, há mais de um ano, as empresas retiravam combustível além do previsto nos contratos e que a redução da entrega era necessária para atender aos demais contratos e garantir a geração de energia elétrica das usinas a gás natural, conforme termo de compromisso assinado pela estatal com a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) em maio deste ano.
SETORES DE MANDEIRA E CALÇADOS PUXAM ECONOMIA
O nível de emprego na indústria paulista apurado pela Federação e o Centro das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp/Ciesp) teve alta de 0,42% em outubro em relação a setembro, o que significa a criação de 9 mil postos de trabalho.
Com o resultado de outubro, o diretor do Departamento de Pesquisas Econômicas da Fiesp, Paulo Francini, revisou a estimativa de alta do emprego industrial paulista de 4% para 4,7%, o que corresponderá à criação de mais de 100 mil postos de trabalho em 2007. "O ano tem nos surpreendido positivamente e se confirma melhor do que o previsto", disse.
No acumulado do ano até outubro, a indústria paulista criou 184 mil postos de trabalho, uma variação de 8,88% sobre o total fechado de dezembro de 2006. No entanto, os meses de novembro e dezembro devem registrar um número mais forte de demissões por conta de duas razões. A primeira é a dispensa forte nas usinas de açúcar e álcool nesse período. E a outra razão é a já tradicional queda no emprego industrial provocada pela diminuição também sazonal da produção nesse período.
Em outubro, pela primeira vez no ano, as usinas de açúcar e álcool registraram queda no nível de emprego (-0,06%), o que correspondeu a 1,3 mil demissões. Porém, de janeiro a outubro, o setor ainda tem um saldo positivo de 99.360 postos de trabalho. Esse total deve sofrer forte redução em novembro e dezembro.
A pesquisa mensal de emprego industrial mostra ainda uma forte recuperação do emprego no setor de madeira, com alta 2,38% em outubro ante setembro; couros e calçados (1,44%) e celulose e papel (1,14%). No ano até outubro, o setor de coque, refino, combustíveis nucleares e álcool responde por 34,35% do emprego, ante o total de dezembro de 2006. Já produtos alimentícios e bebidas, segmento em que o açúcar sozinho tem peso de 20%, têm 28,66% do emprego criado no ano.
Com o resultado de outubro, o diretor do Departamento de Pesquisas Econômicas da Fiesp, Paulo Francini, revisou a estimativa de alta do emprego industrial paulista de 4% para 4,7%, o que corresponderá à criação de mais de 100 mil postos de trabalho em 2007. "O ano tem nos surpreendido positivamente e se confirma melhor do que o previsto", disse.
No acumulado do ano até outubro, a indústria paulista criou 184 mil postos de trabalho, uma variação de 8,88% sobre o total fechado de dezembro de 2006. No entanto, os meses de novembro e dezembro devem registrar um número mais forte de demissões por conta de duas razões. A primeira é a dispensa forte nas usinas de açúcar e álcool nesse período. E a outra razão é a já tradicional queda no emprego industrial provocada pela diminuição também sazonal da produção nesse período.
Em outubro, pela primeira vez no ano, as usinas de açúcar e álcool registraram queda no nível de emprego (-0,06%), o que correspondeu a 1,3 mil demissões. Porém, de janeiro a outubro, o setor ainda tem um saldo positivo de 99.360 postos de trabalho. Esse total deve sofrer forte redução em novembro e dezembro.
A pesquisa mensal de emprego industrial mostra ainda uma forte recuperação do emprego no setor de madeira, com alta 2,38% em outubro ante setembro; couros e calçados (1,44%) e celulose e papel (1,14%). No ano até outubro, o setor de coque, refino, combustíveis nucleares e álcool responde por 34,35% do emprego, ante o total de dezembro de 2006. Já produtos alimentícios e bebidas, segmento em que o açúcar sozinho tem peso de 20%, têm 28,66% do emprego criado no ano.
quarta-feira, 26 de setembro de 2007
O DESPERDÍCIO DE ÁGUA
No mundo globalizado os problemas deixaram de ser locais para alcançarem dimensões longitudinais. Os acontecimentos e fatos que ocorrem longe de nós, tornam-se presentes instantaneamente através dos meios de comunicação, especialmente pela Internet.
Os telejornais apresentam várias questões que afetam a sobrevivência do ser humano e, entre essas, está o desperdício da água. Aliás, este tema está sendo motivo de debates em congressos científicos em todo o mundo. Os pesquisadores têm se empenhado em alertar os cidadãos da sociedade global sobre os riscos que a humanidade sofrerá, se não forem tomadas decisões político-econômicas a respeito do uso da água.
Contudo, ao mesmo tempo que esse problema é global, ele se torna local. É comum ver pessoas lavando calçadas, lava-jatos, oficinas, construções, residências, hospitais e outros estabelecimentos usando água sem preocupação de economia. Esse descaso perpassa os limites da economia.
Pode-se constatar a falta de noções de educação ambiental. A informação sobre o uso correto da água deve começar nos municípios. É possível criar programas educativos nas escolas, nas comunidades e nos bairros. A partir daí, fica mais fácil seguir a orientação da ONU a qual indica que os países desenvolvidos, principalmente do G8 (grupo dos oito paises mais ricos do mundo: Estados Unidos, Reino Unido, Alemanha, França, Itália, Canadá, Japão e Rússia) façam um Plano de Ação Global para ajudar os mais pobres a desenvolverem melhor seu problema de água e saneamento. Para a ONU, os governos deveriam gastar no mínimo 1% dos Produto Interno Bruto - PIB para água e saneamento.
Enfim, água limpa é um dos mais eficientes remédios preventivos contra a mortalidade infantil e outras moléstias. Se cada um, no seu âmbito local, fizer sua parte será mais fácil evitar o desperdício de água no planeta terra.
Os telejornais apresentam várias questões que afetam a sobrevivência do ser humano e, entre essas, está o desperdício da água. Aliás, este tema está sendo motivo de debates em congressos científicos em todo o mundo. Os pesquisadores têm se empenhado em alertar os cidadãos da sociedade global sobre os riscos que a humanidade sofrerá, se não forem tomadas decisões político-econômicas a respeito do uso da água.
Contudo, ao mesmo tempo que esse problema é global, ele se torna local. É comum ver pessoas lavando calçadas, lava-jatos, oficinas, construções, residências, hospitais e outros estabelecimentos usando água sem preocupação de economia. Esse descaso perpassa os limites da economia.
Pode-se constatar a falta de noções de educação ambiental. A informação sobre o uso correto da água deve começar nos municípios. É possível criar programas educativos nas escolas, nas comunidades e nos bairros. A partir daí, fica mais fácil seguir a orientação da ONU a qual indica que os países desenvolvidos, principalmente do G8 (grupo dos oito paises mais ricos do mundo: Estados Unidos, Reino Unido, Alemanha, França, Itália, Canadá, Japão e Rússia) façam um Plano de Ação Global para ajudar os mais pobres a desenvolverem melhor seu problema de água e saneamento. Para a ONU, os governos deveriam gastar no mínimo 1% dos Produto Interno Bruto - PIB para água e saneamento.
Enfim, água limpa é um dos mais eficientes remédios preventivos contra a mortalidade infantil e outras moléstias. Se cada um, no seu âmbito local, fizer sua parte será mais fácil evitar o desperdício de água no planeta terra.
quarta-feira, 5 de setembro de 2007
AS EDITORIAS
RESUMO DO LIVRO: O Texto da notícia (terceira parte, páginas 109-172), Nilson Lage
No ano de 1960 os veículos de comunicação departamentalizaram as redações. O secretário de redação foi substituído pelo editor-chefe. O redator elabora o texto final e isso acontece principalmente nas revistas semanais. Com o Regime Militar os jornalistas passaram a tratar os assuntos de forma mais especializados (economia, política etc.). A notícia passou a ter uma padronização em sua forma, e uma diversidade no conteúdo. Seu caráter tornou-se simbólico e destinado ao consumo de massa. Com isso, foi adotado o lide e uma seqüência lógica e racional do texto.
O TEXTO POLICIAL: O texto jornalístico policial é mais sensacionalista que as demais editorias. A descrição do cenário da tragédia é detalhada. Narra o comportamento das pessoas envolvidas. Questiona o comportamento anti-social. Cobra que o castigo seja aplicado. Usa clichês e expressões técnicas especializadas.
A NOTÍCIA POLÍTICA: A notícia política exige do redator o domínio de tais verbos: declarou, disse, enfatizou, observou, comentou, finalizou etc. Um fato político implica desdobramento, e pode haver imparcialidade e impessoalidade. Porém, o texto imparcial causa menos problemas para o jornalista.
A NOTÍCIA ECONÔMICA: Uma das dificuldades enfrentadas pelo redator é a utilização excessiva de números. Por isso, os indicadores econômicos ganharam espaços (bolsa de valores, índices de correção de aluguel, cotação de dólar etc). Existe a dificuldade de encontrar termos coloquiais pára substituir expressões técnicas.
A NOTÍCIA NACIONAL: É aquela que não cabe nos espaços editoriais especializados. Possui valor informativo. Repeti várias vezes. E geralmente, a secretaria da redação e editor-chefe arbitra o que é assunto nacional e o que é matéria de outras áreas.
A NOTÍCIA DE ESPORTE: Não há tanta cobrança pelos ouvintes como no caso da economia. Mas, a notícia incorreta causará prejuízos para o veículo de comunicação. O uso de termos técnicos, de cada tipo de esporte, é uma dificuldade. Algumas informações são obtidas instantaneamente. Não se pode envolver emocionalmente e a linguagem deve ser simples, coloquial, detalhada e deve levar o ouvinte ou telespectador a sentir-se presente na disputa.
A NOTÍCIA DE CIDADE OU GERAL: Geralmente é a porta de entrada dos estudantes de comunicação nas redações. Esse tipo de editoria é como se fosse a clínica geral da redação, nela se aborda todos os tipos de assuntos e temas que afetam o cotidiano das pessoas (comunidade, transportes, saúde, limpeza urbana, discussão urbana etc).
OS TEXTOS ESPECÍFICOS
0s textos específicos respondem ao projeto gráfico do veículo impresso, como as notas de colunas, legendas e boxes. Eles diferenciam dos textos especializados. A linguagem atende a objetivos mais definidos, como as notícias das colunas, as legendas de fotografias, primeira página, títulos e boxe. Constituem parte essencial do conjunto editorial do veículo, especialmente os jornais.
AS MANCHETES: As manchetes são construção de uma mensagem específica. Fazem parte do quadro geral da estética e do conteúdo. Devem atrair atenção e dar uma idéia geral dos fatos. Resumem a notícia e embeleza a página, mas devem sempre atender o layout do jornal.
A LEGENDA E O TEXTO-LEGENDA: O fotógrafo não faz apenas um retrato, mas uma reportagem fotográfica. A legenda deve ser objetiva e escrita com poucas palavras. O texto deve ser curto tendo em vista a mensagem da fotografia. O texto-legenda é aquele que é produzido a partir de um fato expressivo, mas não se justifica como notícia.
AS COLUNAS: Existem vários modelos de colunas: notícias curtas; seções de curtas notas ricas em informação; colunas assinadas; comentam temas atuais; artigo do redator; texto leve; usar expressões agradáveis; ironia e humor; e ainda existem colunas de uma gama variada de temas. Seja qual o tipo, requerem qualidade e bom redator.
O BOXE: Relativamente recente, descreve o ambiente ou o personagem. É um apêndice de uma notícia, ou de uma reportagem editada junto ao texto.
O SEGUNDO CADERNO: Abriga o material relacionado com o lazer, manifestações culturais, programação de rádio e TV, lazer da cidade em que o jornal é editado, cinema, teatro e shows. São pequenas notas ou textos opinativos e os editores publicam as que acham mais importantes.
OS SUPLEMENTOS: Relativamente novo nos jornais. Abrangem um universo de temas: rural, turismo, caça e pesca, informática, esportes, automóvel, imóveis etc. Anexo do jornal, traz um conjunto de notícias que se transformou em um jornal à parte. Em alguns jornais, funciona como outra empresa jornalística dentro do jornal.
No ano de 1960 os veículos de comunicação departamentalizaram as redações. O secretário de redação foi substituído pelo editor-chefe. O redator elabora o texto final e isso acontece principalmente nas revistas semanais. Com o Regime Militar os jornalistas passaram a tratar os assuntos de forma mais especializados (economia, política etc.). A notícia passou a ter uma padronização em sua forma, e uma diversidade no conteúdo. Seu caráter tornou-se simbólico e destinado ao consumo de massa. Com isso, foi adotado o lide e uma seqüência lógica e racional do texto.
O TEXTO POLICIAL: O texto jornalístico policial é mais sensacionalista que as demais editorias. A descrição do cenário da tragédia é detalhada. Narra o comportamento das pessoas envolvidas. Questiona o comportamento anti-social. Cobra que o castigo seja aplicado. Usa clichês e expressões técnicas especializadas.
A NOTÍCIA POLÍTICA: A notícia política exige do redator o domínio de tais verbos: declarou, disse, enfatizou, observou, comentou, finalizou etc. Um fato político implica desdobramento, e pode haver imparcialidade e impessoalidade. Porém, o texto imparcial causa menos problemas para o jornalista.
A NOTÍCIA ECONÔMICA: Uma das dificuldades enfrentadas pelo redator é a utilização excessiva de números. Por isso, os indicadores econômicos ganharam espaços (bolsa de valores, índices de correção de aluguel, cotação de dólar etc). Existe a dificuldade de encontrar termos coloquiais pára substituir expressões técnicas.
A NOTÍCIA NACIONAL: É aquela que não cabe nos espaços editoriais especializados. Possui valor informativo. Repeti várias vezes. E geralmente, a secretaria da redação e editor-chefe arbitra o que é assunto nacional e o que é matéria de outras áreas.
A NOTÍCIA DE ESPORTE: Não há tanta cobrança pelos ouvintes como no caso da economia. Mas, a notícia incorreta causará prejuízos para o veículo de comunicação. O uso de termos técnicos, de cada tipo de esporte, é uma dificuldade. Algumas informações são obtidas instantaneamente. Não se pode envolver emocionalmente e a linguagem deve ser simples, coloquial, detalhada e deve levar o ouvinte ou telespectador a sentir-se presente na disputa.
A NOTÍCIA DE CIDADE OU GERAL: Geralmente é a porta de entrada dos estudantes de comunicação nas redações. Esse tipo de editoria é como se fosse a clínica geral da redação, nela se aborda todos os tipos de assuntos e temas que afetam o cotidiano das pessoas (comunidade, transportes, saúde, limpeza urbana, discussão urbana etc).
OS TEXTOS ESPECÍFICOS
0s textos específicos respondem ao projeto gráfico do veículo impresso, como as notas de colunas, legendas e boxes. Eles diferenciam dos textos especializados. A linguagem atende a objetivos mais definidos, como as notícias das colunas, as legendas de fotografias, primeira página, títulos e boxe. Constituem parte essencial do conjunto editorial do veículo, especialmente os jornais.
AS MANCHETES: As manchetes são construção de uma mensagem específica. Fazem parte do quadro geral da estética e do conteúdo. Devem atrair atenção e dar uma idéia geral dos fatos. Resumem a notícia e embeleza a página, mas devem sempre atender o layout do jornal.
A LEGENDA E O TEXTO-LEGENDA: O fotógrafo não faz apenas um retrato, mas uma reportagem fotográfica. A legenda deve ser objetiva e escrita com poucas palavras. O texto deve ser curto tendo em vista a mensagem da fotografia. O texto-legenda é aquele que é produzido a partir de um fato expressivo, mas não se justifica como notícia.
AS COLUNAS: Existem vários modelos de colunas: notícias curtas; seções de curtas notas ricas em informação; colunas assinadas; comentam temas atuais; artigo do redator; texto leve; usar expressões agradáveis; ironia e humor; e ainda existem colunas de uma gama variada de temas. Seja qual o tipo, requerem qualidade e bom redator.
O BOXE: Relativamente recente, descreve o ambiente ou o personagem. É um apêndice de uma notícia, ou de uma reportagem editada junto ao texto.
O SEGUNDO CADERNO: Abriga o material relacionado com o lazer, manifestações culturais, programação de rádio e TV, lazer da cidade em que o jornal é editado, cinema, teatro e shows. São pequenas notas ou textos opinativos e os editores publicam as que acham mais importantes.
OS SUPLEMENTOS: Relativamente novo nos jornais. Abrangem um universo de temas: rural, turismo, caça e pesca, informática, esportes, automóvel, imóveis etc. Anexo do jornal, traz um conjunto de notícias que se transformou em um jornal à parte. Em alguns jornais, funciona como outra empresa jornalística dentro do jornal.
segunda-feira, 3 de setembro de 2007
SEM LIMITES, MEDIDAS POLÍTICAS-ECONÔMICAS AUMENTAM ARRECADAÇÃO DE IMPOSTOS
Nos últimos meses, a Receita Federal está batendo recorde consecutivamente em arrecadação de impostos. Haja vista, que a arrecadação de impostos e contribuições no país foi a maior já registrada no mês de julho, somando R$ 50,402 bilhões.
Recentemente, assistimos a movimentação de um grupo de pessoas que lançou a campanha “Cansei”. Sua origem se deu com o acidente do avião da TAM, em 17 de julho, e se propõe a protestar contra "o estado das coisas". Numa manifestação, os "cansados" e mais algumas pessoas reuniram 3.000 manifestantes contra o governo em São Paulo e em outras cidades cerca de 2.000.
No sistema democrático todos têm direito de se manifestar, assim como de criticar qualquer coisa. O interessante é que foi preciso uma crise no sistema aéreo, que afeta uma parcela mínima da população, para que os cansados saíssem da toca. O que não aconteceu com a greve do Metrô que deixou que milhares de pessoas sem transporte público. Ou será que será que alguém se manifestou por aí por causa da greve do Metrô da semana passada? Talvez, afinal algumas domésticas chegaram atrasadas ou não apareceram para lavar a louça.
Se os mais ricos estão cansados, os pobres continuam apoiando em massa o governo Lula, para o bem ou para o mal. Desde o início da crise aérea, há dez meses, e depois do acidente da TAM, segundo a pesquisa do Data/Folha a avaliação ótimo/bom do governo Lula permanece oscilando entre 48% e 49%.
Pois bem, o governo nunca faturou tanto com impostos. Ano após ano, cresce o número de arrecadação. No entanto, o que o povo recebe de investimento? A resposta é conhecida de todos. A saúde, o ensino público, as rodovias e a moradia que são prioridades em qualquer país do mundo, por aqui andam abandonadas e sem investimento. Esse é o momento de estender a campanha “cansei” focada na diminuição dos impostos e na melhor aplicação desses recursos em benefício da própria população.
Recentemente, assistimos a movimentação de um grupo de pessoas que lançou a campanha “Cansei”. Sua origem se deu com o acidente do avião da TAM, em 17 de julho, e se propõe a protestar contra "o estado das coisas". Numa manifestação, os "cansados" e mais algumas pessoas reuniram 3.000 manifestantes contra o governo em São Paulo e em outras cidades cerca de 2.000.
No sistema democrático todos têm direito de se manifestar, assim como de criticar qualquer coisa. O interessante é que foi preciso uma crise no sistema aéreo, que afeta uma parcela mínima da população, para que os cansados saíssem da toca. O que não aconteceu com a greve do Metrô que deixou que milhares de pessoas sem transporte público. Ou será que será que alguém se manifestou por aí por causa da greve do Metrô da semana passada? Talvez, afinal algumas domésticas chegaram atrasadas ou não apareceram para lavar a louça.
Se os mais ricos estão cansados, os pobres continuam apoiando em massa o governo Lula, para o bem ou para o mal. Desde o início da crise aérea, há dez meses, e depois do acidente da TAM, segundo a pesquisa do Data/Folha a avaliação ótimo/bom do governo Lula permanece oscilando entre 48% e 49%.
Pois bem, o governo nunca faturou tanto com impostos. Ano após ano, cresce o número de arrecadação. No entanto, o que o povo recebe de investimento? A resposta é conhecida de todos. A saúde, o ensino público, as rodovias e a moradia que são prioridades em qualquer país do mundo, por aqui andam abandonadas e sem investimento. Esse é o momento de estender a campanha “cansei” focada na diminuição dos impostos e na melhor aplicação desses recursos em benefício da própria população.
segunda-feira, 27 de agosto de 2007
EXPLICANDO CADA ELEMENTO DA ESTRUTURA DO PLANO DE NEGÓCIO
1. CAPA:
Deve conter os seguintes itens: Nome, Endereço, Telefone, Site, Logotipo da Empresa. Nomes, Cargos, Endereços e Telefones de trabalho dos Diretores Presidente e Vice-Diretor da empresa. Mês e ano em que o plano de negócio foi feito. Nomes de que fez o plano de negócios.
2. ÍNDICE:
Relacionar o título de todas as seções do plano, subseções e suas respectivas páginas. Um índice bem elaborado, além de facilitar o manuseio do conteúdo do plano, demonstra cuidado e organização do seu colaborador.
3. SUMÁRIO EXECUTIVO:
É a principal seção do plano de negócios. Contém uma síntese das principais informações e objetivos do plano de negócios. É dirigido ao público-alvo do plano. Deve ser escrito em uma ou duas páginas o conceito do negócio, descrever o produto, o mercado, a estratégia competitiva e os principais dados financeiros. O texto do sumário executivo representa todo o plano. E, é a última parte a ser escrita.
4. DESCRIÇÃO DA EMPRESA:
Nessa seção descreva a empresa, seu histórico, razão social/nome fantasia, missão e visão, localização, fornecedores, parcerias, certificações de qualidade, serviços terceirizados, seguros etc. Apresente a oportunidade de negócio, ou seja, como percebeu que esse é bom negócio. Descreva o negócio, o produto/serviço detalhadamente. Escreva o porquê da criação da empresa e seu propósito. Visão significa o lugar no qual a empresa quer chegar, a direção que a empresa pretende seguir e o que ela quer ser. E, a missão reflete a razão de ser da empresa, o que ela é e o que ela faz. Enfatize as características únicas de seu negócio e enfatize como pode prover benefício ao cliente. Diga o quê pretende alcançar em três a cinco anos. Mencione o enquadramento na legislação: micro, pequena ou média empresa, sociedade limitada, sociedade anônima etc. Nesse tópico, terá a oportunidade de enfatizar todas as características de sua empresa.
5. EQUIPE DE GESTÃO:
É um dos principais focos quando se analisa um plano de negócio. É o momento que se verifica as qualificações e experiências das pessoas que administram o negócio. São as pessoas que determinarão o futuro da empresa. Por isso, é importante o currículo da equipe de gestão. Antes de fazer contratação examine se as pessoas têm boa reputação, referências, experiências, habilidades, motivação, comprometimento, cursos etc. Faça uma previsão de quanto à empresa crescerá, e quantos funcionários adicionais serão necessários. Faça uma descrição de cargos. Explique como os funcionários receberão salários, benefícios, bônus, férias, direitos trabalhistas, opção de compra de ações da empresa por funcionários etc.
6. MERCADO E COMPETIDORES:
Toda e qualquer estratégia de negócio depende de como a empresa abordará seu mercado consumidor. Por isso, diferenciar-se da concorrência, agregar valor aos produtos, serviços, clientes e conhecer o mercado são estratégias de marketing fundamentais. Estudar e relacionar o mercado e competidores deve ser uma das primeiras partes do negócio a ser estudada, porque dela dependerá as outras partes do plano. Diga quais são os produtos e serviços do negócio, e as características de cada um. Por que sua empresa é capaz de fornecer esse serviço? Relacione nesse tópico os rumos da empresa, sua situação atual, as potencialidades e ameaças externas, suas forças e fraquezas, suas metas seus objetivos, metas de negócios e quais benefícios sua empresa propicia aos clientes.
A análise da concorrência não se limita aos concorrentes diretos, ou aos que produzem produtos similares, mas, também aos indiretos, ou seja, aos que desviam a atenção de seus clientes, convencendo-os a adquirir os produtos deles. Ainda, se faz necessário, identificar as oportunidades de ordem demográfica, econômica, tecnológica, política, legal, social e cultural da região, para beneficiar o crescimento da empresa. Analisar os principais concorrentes, descrever seus produtos, serviços, marketing e a fatia de mercado que eles dominam. Faça comparações de seu negócio com seus competidores, apresente seus diferenciais, pontos fortes e sua vantagem competitiva.
Nessa seção, deve-se fazer um breve histórico do mercado, uma análise macro e setorial do mercado a curto, médio e longo prazo. Por que o mercado se mostra promissor? Como o mercado está estruturado? Quais são as oportunidades e ameaças desse mercado? Quais fontes respaldam suas análises e conclusões? As fontes podem ser: Associações comerciais, prefeituras, SEBRAE, Internet, revistas, jornais, livros, documentários, órgãos do governo (IBGE, Ministérios etc), pesquisas junto aos consumidores.
Identifique seu mercado alvo. Quem são seus consumidores? O que eles estão comprando? Estão satisfeitos com o produto, atendimentos, preço, entrega etc? Por que compram na sua loja? Não esqueça que conhecer como está o segmento, o crescimento do mercado, as características do consumidor, a análise da concorrência, os principais concorrentes e a participação de mercado irá fazer a diferença em seu novo negócio.
Quanto pretende vender? Estabeleça sua projeção de venda em curto, médio e longo prazo. Use gráficos, estatísticas e cálculos para explicar suas metas. Exponha as características únicas do seu negócio, e o que ele tem de especial para oferecer aos seus clientes. Conhecer o mercado e os competidores implicará em vantagem competitiva, diferenciação e especialização de produto, preço, praça e promoções. Antes de tudo, faça a análise das forças que determinam a concorrência no microambiente de seu negócio. Coloque limites, dê enfoque e centralize-se em uma estratégia competitiva por vez. Ela precisa ter sustentabilidade e investimentos por parte do empreendedor e de sua equipe, isso é, se caso queira estar vivo no mercado e à frente dos competidores.
7. MARKETING E VENDAS:
As estratégias de marketing são os meios e métodos que a empresa utiliza para atingir seus objetivos. Geralmente, refere-se aos 4ps (produto, preço, praça: canais de distribuição, propaganda/comunicação). Busque e crie estratégias específicas ao negócio e produto. A projeção de vendas está diretamente ligada à estratégia de marketing. Posicione o produto no mercado, isso, significa direcioná-lo para atender às expectativas e necessidades do cliente alvo, no segmento de mercado definido, por exemplo, abaixar preços, como atingir as metas, quais estratégias para alcançar novos clientes etc.
Os objetivos de marketing devem ser claros e levar em consideração os seguintes tópicos: qual a participação de mercado a empresa quer atingir? Quanto quer vender, lucrar? Em quais segmentos de mercado e regiões pretende fazer penetração? Quais consumidores atingir? Qual prazo os clientes terão para pagar? etc. A partir dos objetivos estabelecidos, elabora-se a estratégia dos 4ps:
1) Produto: deve se promover mudanças no produto, mudar o design, conquistar novos cliente, consolidar o modelo etc.
2) Preço: definir preço, prazo de pagamento, políticas de penetração no mercado, descontos especiais etc.
3) Praça: usar os canais alternativos de distribuição, melhorar prazo de entrega, otimizar logística de distribuição: venda direta e indireta, distribuidores e atacadistas, telemarketing, Internet, mala direta, equipe de vendas etc.
4) Propaganda/comunicação: definir novas formas de vendas, mudar equipe e canais de vendas, mudar políticas de relações públicas e agência de propaganda, feiras ou exposições que serão priorizadas, o veículo de comunicação que será contratado, qual público atingir, brindes, promoções etc.
A estratégia de vendas envolve parcerias, análise dos ambientes externos e internos, dos riscos do negócio, das oportunidades de mercado, dos pontos fortes e fracos da empresa, dos objetivos, visão e missão etc. Após essas verificações, estabelece-se as estratégias de vendas.
Visão: significa o lugar no qual a empresa quer chegar, a direção que a empresa pretende seguir e o que ela quer ser.
Missão: reflete a razão de ser da empresa, o que ela é e o que ela faz.
8. ESTRUTURA E OPERAÇÃO:
Explique a estrutura funcional e operacional de sua empresa. Crie um organograma funcional completo com cargos e nomes dos diretores e chefes de departamentos. Estabeleça quais são as políticas de recursos humanos (treinamento, contratação, demissão etc). Relacione todos os fornecedores, logística, distribuidores, assistência técnica e tecnológica e diga porquê trabalha com eles. Como a empresa ver, escolhe, investe, compra, financia, a tecnologia, equipamentos etc? Mencione os tipos de tecnologia e equipamentos que são necessários para funcionar a empresa.
9. ÁNALISE FINANCEIRA:
A análise financeira é a descrição dos possíveis problemas que podem pôr em risco a realização do negócio, e as medidas que serão aplicadas para reduzi-los. É a análise dos gastos com pessoal, inovação, comercialização, investimentos, compras de equipamentos, aluguel, encargos, impostos, custos e despesas fixas e variáveis etc. Mencione qual será o percentual do lucro mensal e anual. O fluxo de caixa mensal é o que resulta das entradas e saídas do caixa. Com a contabilidade é possível prever os valores futuros das entradas e saídas. A projeção do fluxo de caixa do negócio deve ser feita de no mínimo de três anos. Estabeleça qual é o período de recuperação do investimento (pay-back). Quais são os valores das receitas mensais e quando começará a ter lucro? No ponto de equilíbrio não há lucro nem prejuízo, a receita proveniente das vendas equivale à soma dos custos fixos e variáveis. Em resumo, nesse item estuda todos gastos e possíveis lucros do negócio. Pode-se usar, além do texto, gráficos, matemática financeira, cálculos e contabilidade para explicar-lhe.
10. ANEXO
Deve conter os seguintes itens: Nome, Endereço, Telefone, Site, Logotipo da Empresa. Nomes, Cargos, Endereços e Telefones de trabalho dos Diretores Presidente e Vice-Diretor da empresa. Mês e ano em que o plano de negócio foi feito. Nomes de que fez o plano de negócios.
2. ÍNDICE:
Relacionar o título de todas as seções do plano, subseções e suas respectivas páginas. Um índice bem elaborado, além de facilitar o manuseio do conteúdo do plano, demonstra cuidado e organização do seu colaborador.
3. SUMÁRIO EXECUTIVO:
É a principal seção do plano de negócios. Contém uma síntese das principais informações e objetivos do plano de negócios. É dirigido ao público-alvo do plano. Deve ser escrito em uma ou duas páginas o conceito do negócio, descrever o produto, o mercado, a estratégia competitiva e os principais dados financeiros. O texto do sumário executivo representa todo o plano. E, é a última parte a ser escrita.
4. DESCRIÇÃO DA EMPRESA:
Nessa seção descreva a empresa, seu histórico, razão social/nome fantasia, missão e visão, localização, fornecedores, parcerias, certificações de qualidade, serviços terceirizados, seguros etc. Apresente a oportunidade de negócio, ou seja, como percebeu que esse é bom negócio. Descreva o negócio, o produto/serviço detalhadamente. Escreva o porquê da criação da empresa e seu propósito. Visão significa o lugar no qual a empresa quer chegar, a direção que a empresa pretende seguir e o que ela quer ser. E, a missão reflete a razão de ser da empresa, o que ela é e o que ela faz. Enfatize as características únicas de seu negócio e enfatize como pode prover benefício ao cliente. Diga o quê pretende alcançar em três a cinco anos. Mencione o enquadramento na legislação: micro, pequena ou média empresa, sociedade limitada, sociedade anônima etc. Nesse tópico, terá a oportunidade de enfatizar todas as características de sua empresa.
5. EQUIPE DE GESTÃO:
É um dos principais focos quando se analisa um plano de negócio. É o momento que se verifica as qualificações e experiências das pessoas que administram o negócio. São as pessoas que determinarão o futuro da empresa. Por isso, é importante o currículo da equipe de gestão. Antes de fazer contratação examine se as pessoas têm boa reputação, referências, experiências, habilidades, motivação, comprometimento, cursos etc. Faça uma previsão de quanto à empresa crescerá, e quantos funcionários adicionais serão necessários. Faça uma descrição de cargos. Explique como os funcionários receberão salários, benefícios, bônus, férias, direitos trabalhistas, opção de compra de ações da empresa por funcionários etc.
6. MERCADO E COMPETIDORES:
Toda e qualquer estratégia de negócio depende de como a empresa abordará seu mercado consumidor. Por isso, diferenciar-se da concorrência, agregar valor aos produtos, serviços, clientes e conhecer o mercado são estratégias de marketing fundamentais. Estudar e relacionar o mercado e competidores deve ser uma das primeiras partes do negócio a ser estudada, porque dela dependerá as outras partes do plano. Diga quais são os produtos e serviços do negócio, e as características de cada um. Por que sua empresa é capaz de fornecer esse serviço? Relacione nesse tópico os rumos da empresa, sua situação atual, as potencialidades e ameaças externas, suas forças e fraquezas, suas metas seus objetivos, metas de negócios e quais benefícios sua empresa propicia aos clientes.
A análise da concorrência não se limita aos concorrentes diretos, ou aos que produzem produtos similares, mas, também aos indiretos, ou seja, aos que desviam a atenção de seus clientes, convencendo-os a adquirir os produtos deles. Ainda, se faz necessário, identificar as oportunidades de ordem demográfica, econômica, tecnológica, política, legal, social e cultural da região, para beneficiar o crescimento da empresa. Analisar os principais concorrentes, descrever seus produtos, serviços, marketing e a fatia de mercado que eles dominam. Faça comparações de seu negócio com seus competidores, apresente seus diferenciais, pontos fortes e sua vantagem competitiva.
Nessa seção, deve-se fazer um breve histórico do mercado, uma análise macro e setorial do mercado a curto, médio e longo prazo. Por que o mercado se mostra promissor? Como o mercado está estruturado? Quais são as oportunidades e ameaças desse mercado? Quais fontes respaldam suas análises e conclusões? As fontes podem ser: Associações comerciais, prefeituras, SEBRAE, Internet, revistas, jornais, livros, documentários, órgãos do governo (IBGE, Ministérios etc), pesquisas junto aos consumidores.
Identifique seu mercado alvo. Quem são seus consumidores? O que eles estão comprando? Estão satisfeitos com o produto, atendimentos, preço, entrega etc? Por que compram na sua loja? Não esqueça que conhecer como está o segmento, o crescimento do mercado, as características do consumidor, a análise da concorrência, os principais concorrentes e a participação de mercado irá fazer a diferença em seu novo negócio.
Quanto pretende vender? Estabeleça sua projeção de venda em curto, médio e longo prazo. Use gráficos, estatísticas e cálculos para explicar suas metas. Exponha as características únicas do seu negócio, e o que ele tem de especial para oferecer aos seus clientes. Conhecer o mercado e os competidores implicará em vantagem competitiva, diferenciação e especialização de produto, preço, praça e promoções. Antes de tudo, faça a análise das forças que determinam a concorrência no microambiente de seu negócio. Coloque limites, dê enfoque e centralize-se em uma estratégia competitiva por vez. Ela precisa ter sustentabilidade e investimentos por parte do empreendedor e de sua equipe, isso é, se caso queira estar vivo no mercado e à frente dos competidores.
7. MARKETING E VENDAS:
As estratégias de marketing são os meios e métodos que a empresa utiliza para atingir seus objetivos. Geralmente, refere-se aos 4ps (produto, preço, praça: canais de distribuição, propaganda/comunicação). Busque e crie estratégias específicas ao negócio e produto. A projeção de vendas está diretamente ligada à estratégia de marketing. Posicione o produto no mercado, isso, significa direcioná-lo para atender às expectativas e necessidades do cliente alvo, no segmento de mercado definido, por exemplo, abaixar preços, como atingir as metas, quais estratégias para alcançar novos clientes etc.
Os objetivos de marketing devem ser claros e levar em consideração os seguintes tópicos: qual a participação de mercado a empresa quer atingir? Quanto quer vender, lucrar? Em quais segmentos de mercado e regiões pretende fazer penetração? Quais consumidores atingir? Qual prazo os clientes terão para pagar? etc. A partir dos objetivos estabelecidos, elabora-se a estratégia dos 4ps:
1) Produto: deve se promover mudanças no produto, mudar o design, conquistar novos cliente, consolidar o modelo etc.
2) Preço: definir preço, prazo de pagamento, políticas de penetração no mercado, descontos especiais etc.
3) Praça: usar os canais alternativos de distribuição, melhorar prazo de entrega, otimizar logística de distribuição: venda direta e indireta, distribuidores e atacadistas, telemarketing, Internet, mala direta, equipe de vendas etc.
4) Propaganda/comunicação: definir novas formas de vendas, mudar equipe e canais de vendas, mudar políticas de relações públicas e agência de propaganda, feiras ou exposições que serão priorizadas, o veículo de comunicação que será contratado, qual público atingir, brindes, promoções etc.
A estratégia de vendas envolve parcerias, análise dos ambientes externos e internos, dos riscos do negócio, das oportunidades de mercado, dos pontos fortes e fracos da empresa, dos objetivos, visão e missão etc. Após essas verificações, estabelece-se as estratégias de vendas.
Visão: significa o lugar no qual a empresa quer chegar, a direção que a empresa pretende seguir e o que ela quer ser.
Missão: reflete a razão de ser da empresa, o que ela é e o que ela faz.
8. ESTRUTURA E OPERAÇÃO:
Explique a estrutura funcional e operacional de sua empresa. Crie um organograma funcional completo com cargos e nomes dos diretores e chefes de departamentos. Estabeleça quais são as políticas de recursos humanos (treinamento, contratação, demissão etc). Relacione todos os fornecedores, logística, distribuidores, assistência técnica e tecnológica e diga porquê trabalha com eles. Como a empresa ver, escolhe, investe, compra, financia, a tecnologia, equipamentos etc? Mencione os tipos de tecnologia e equipamentos que são necessários para funcionar a empresa.
9. ÁNALISE FINANCEIRA:
A análise financeira é a descrição dos possíveis problemas que podem pôr em risco a realização do negócio, e as medidas que serão aplicadas para reduzi-los. É a análise dos gastos com pessoal, inovação, comercialização, investimentos, compras de equipamentos, aluguel, encargos, impostos, custos e despesas fixas e variáveis etc. Mencione qual será o percentual do lucro mensal e anual. O fluxo de caixa mensal é o que resulta das entradas e saídas do caixa. Com a contabilidade é possível prever os valores futuros das entradas e saídas. A projeção do fluxo de caixa do negócio deve ser feita de no mínimo de três anos. Estabeleça qual é o período de recuperação do investimento (pay-back). Quais são os valores das receitas mensais e quando começará a ter lucro? No ponto de equilíbrio não há lucro nem prejuízo, a receita proveniente das vendas equivale à soma dos custos fixos e variáveis. Em resumo, nesse item estuda todos gastos e possíveis lucros do negócio. Pode-se usar, além do texto, gráficos, matemática financeira, cálculos e contabilidade para explicar-lhe.
10. ANEXO
quarta-feira, 22 de agosto de 2007
CANDIDATOS BUSCAM ESTABILIDADE NO SERVIÇO PÚBLICO
O desemprego faz do concurso público uma boa opção, mas o candidato tem de enfrentar concorrência maior do que os concorridos vestibulares do País
O mercado de trabalho tem sido cada vez mais exigente quanto às qualificações, e habilidades de um pretenso candidato a uma oportunidade de trabalho. Além, do excesso de procura por uma vaga não há garantia de estabilidade. Ultimamente, ser portador de um diploma universitário e dominar uma segunda língua deixou de ser um diferencial para uma exigência das empresas. Mesmo assim, existem pessoas com enorme potencial que não conseguem uma boa colocação. Diante dessa situação, surgem os concursos públicos como uma solução promissora.
Hoje em dia, as funções públicas possuem bons atrativos e entre eles se destacam a estabilidade, a aposentadoria integral, os bons salários para algumas categorias e não discriminam na hora da seleção. Devido a essas vantagens, a corrida pelo emprego público aumenta a cada dia. A relação candidato/vaga, em alguns casos, chega a superar a disputa por muitos cursos em universidades públicas, como o de medicina da Unesp (Universidade Estadual Paulista), por exemplo.
De igual modo, como já ocorria nos cursinhos pré-vestibulares, inúmeras escolas estão se dedicando a oferecer cursos preparatórios aos interessados em ingressar na carreira pública. Segundo o professor Antônio Gaspari de Montevelle, da Escola Técnica de Jundiaí, “a orientação que é dada aos alunos se resume em muito estudo, muita dedicação e persistência. A regra é não desistir jamais”, explica.
A opção de trabalho estável em tempos de desemprego leva candidatos a se dedicarem mais de quatro horas de estudo por dia. É o caso do aluno, José Augusto Almeida Junior, Bacharel em Direito, “o candidato deve estar consciente de seus objetivos e buscá-los da forma mais sensata possível. Não adianta fazer uma prova sem ter estudado e estudado muito”, afirma.
Nos concursos, as ocupações e salários variam de acordo com o nível de escolaridade dos candidatos. Todavia, é muito comum encontrar candidatos de formação superior tentando uma vaga para os cargos que exigem o ensino fundamental. Estão dispostos a ganhar salários de em media R$ 550,00. Comenta o professor Montevelle.
A Psicopedagoga, Jane Arlete Bouquinho, destaca algumas dicas para os alunos que estão se preparando para concorrer uma vaga no serviço público. “O candidato deve ser metódico, preparar um cronograma de estudo, praticar esportes, não dispensar os momentos de lazer, respeitar os horários de sono e alimentar-se adequadamente. Esses fatores, com certeza, ajudarão o aluno durante a fase preparatória e consequentemente dará equilíbrio no dia do exame”, conclui.
O mercado de trabalho tem sido cada vez mais exigente quanto às qualificações, e habilidades de um pretenso candidato a uma oportunidade de trabalho. Além, do excesso de procura por uma vaga não há garantia de estabilidade. Ultimamente, ser portador de um diploma universitário e dominar uma segunda língua deixou de ser um diferencial para uma exigência das empresas. Mesmo assim, existem pessoas com enorme potencial que não conseguem uma boa colocação. Diante dessa situação, surgem os concursos públicos como uma solução promissora.
Hoje em dia, as funções públicas possuem bons atrativos e entre eles se destacam a estabilidade, a aposentadoria integral, os bons salários para algumas categorias e não discriminam na hora da seleção. Devido a essas vantagens, a corrida pelo emprego público aumenta a cada dia. A relação candidato/vaga, em alguns casos, chega a superar a disputa por muitos cursos em universidades públicas, como o de medicina da Unesp (Universidade Estadual Paulista), por exemplo.
De igual modo, como já ocorria nos cursinhos pré-vestibulares, inúmeras escolas estão se dedicando a oferecer cursos preparatórios aos interessados em ingressar na carreira pública. Segundo o professor Antônio Gaspari de Montevelle, da Escola Técnica de Jundiaí, “a orientação que é dada aos alunos se resume em muito estudo, muita dedicação e persistência. A regra é não desistir jamais”, explica.
A opção de trabalho estável em tempos de desemprego leva candidatos a se dedicarem mais de quatro horas de estudo por dia. É o caso do aluno, José Augusto Almeida Junior, Bacharel em Direito, “o candidato deve estar consciente de seus objetivos e buscá-los da forma mais sensata possível. Não adianta fazer uma prova sem ter estudado e estudado muito”, afirma.
Nos concursos, as ocupações e salários variam de acordo com o nível de escolaridade dos candidatos. Todavia, é muito comum encontrar candidatos de formação superior tentando uma vaga para os cargos que exigem o ensino fundamental. Estão dispostos a ganhar salários de em media R$ 550,00. Comenta o professor Montevelle.
A Psicopedagoga, Jane Arlete Bouquinho, destaca algumas dicas para os alunos que estão se preparando para concorrer uma vaga no serviço público. “O candidato deve ser metódico, preparar um cronograma de estudo, praticar esportes, não dispensar os momentos de lazer, respeitar os horários de sono e alimentar-se adequadamente. Esses fatores, com certeza, ajudarão o aluno durante a fase preparatória e consequentemente dará equilíbrio no dia do exame”, conclui.
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